Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio. - O que você vai fazer? - perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. - Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando. - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você...ela está em suas mãos. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela.terça-feira, 14 de outubro de 2008
BORBOLETA AZUL....
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio. - O que você vai fazer? - perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. - Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando. - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você...ela está em suas mãos. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela.Vc é feito de promessas... apenas promessas!

E sinceramente, promessas não me interessam!
Promessas não passam apenas de palavras que nos obrigam a acreditar em algo que nem sempre temos a certeza que vai acontecer, por isso, tornam-se, na maior parte das vezes, impossiveis de cumprir.
Até porque, o que pretendemos cumprir...não precisamos de prometer.
As promessas " boas ", são aquelas que cumprimos em silêncio e para nós.
Quando se falha a uma promessa, estamos a falhar connosco próprios.
Até porque, o que pretendemos cumprir...não precisamos de prometer.
As promessas " boas ", são aquelas que cumprimos em silêncio e para nós.
Quando se falha a uma promessa, estamos a falhar connosco próprios.
Os olhos são o espelho da alma!

No ônibus, indo ao Extra, um casal de turistas idosos comentam como o Flamengo (bairro) é bonito. Ela, uma senhora muito bem apessoada e impecavelmente vestida, reclama do frio de sua cidade natal (suponho que eram gaúchos) e diz que adoraria morar num lugar lindo e com o clima semelhante ao daquele lugar. Enfatiza ainda que ama praia e seria ótimo caminhar na areia fofa pela manhã.Reparei, o que não foi difícil, que durante toda a viagem eles estavam com suas mãos parecendo coladas de tão unidas semelhante a um casal de recentes enamorados.
Em relação ao assunto da praia, ele nitidamente tímido comenta que não é mais jovem e nem bonito para expor seu corpo aos olhares reparadores.
” Isso me seria constrangedor.”- disse ele de cabeça baixa.
Ela com uma mão doce e delicada alisa o rosto do desmotivado senhor e diz:
“Meu amor, eu não vivo da memória de nossos corpos quando erámos novos, mas da felicidade e da certeza que escolhi o homem perfeito para a minha vida. O que enterrarei com um pesar enorme desejando minha própria morte ou que me enterará com certeza que vivenciamos os melhores e mais intensos momentos que nem a morte seria capaz de apagar. Você está gravado em minha vida como meu único homem e na minha morte como a minha própria existência…”
Belas palavras minha senhora… me tiraram lágrimas e me fizeram acreditar em sonhos esquecidos…
Em relação ao assunto da praia, ele nitidamente tímido comenta que não é mais jovem e nem bonito para expor seu corpo aos olhares reparadores.
” Isso me seria constrangedor.”- disse ele de cabeça baixa.
Ela com uma mão doce e delicada alisa o rosto do desmotivado senhor e diz:
“Meu amor, eu não vivo da memória de nossos corpos quando erámos novos, mas da felicidade e da certeza que escolhi o homem perfeito para a minha vida. O que enterrarei com um pesar enorme desejando minha própria morte ou que me enterará com certeza que vivenciamos os melhores e mais intensos momentos que nem a morte seria capaz de apagar. Você está gravado em minha vida como meu único homem e na minha morte como a minha própria existência…”
Belas palavras minha senhora… me tiraram lágrimas e me fizeram acreditar em sonhos esquecidos…
sábado, 11 de outubro de 2008
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